Competência

"Competência é saber fazer bem o que é preciso fazer..."

terça-feira, 22 de setembro de 2015

Inglês 03 Semana 07

7. Getting to know Cleveland

Nesta aula, foram revisados os conceitos discutidos em todas as aulas, incluindo: responder às perguntas da customs border agent, pedir informações para chegar a um local e usar vocabulário sobre transporte, fazer o check-in no hotel, compreender instruções para se chegar a um local, iniciar e manter uma small talk, identificar as estratégias de asking for repetition, asking for clarification, checking understanding e circumlocution.
A professora Melanie que conduziu esta aula e na primeira parte, começou explicando como responder às perguntas sobre os planos da viagem feita. Então as perguntas são: What is the purpose of your visit? How long are you staying? Where are you staying? How much money are you bringing into the country? When do you return to Brazil? As professoras fizeram um game de perguntas e respostas onde deve-se escolher a melhor resposta à pergunta solicitada. Na parte 2 foi revisto como utilizar o vocabulário de transporte e pedir para parafrasear (Can you repeat that please?). Para isso, foi feito um outro game no estilo adivinhação, Can You Guess? Perguntas feitas para tentar adivinhar o que é: “bridge”, “crosswalk”, “overpass”, “roundabout or traffic circle”, “intersection”. Na parte 3 foi proposto conhecer um pouco a cidade de Cleveland e praticar expressões e instruções usadas para orientações. Things to do in Cleveland and prepositions practice. Revisto perguntas sobre direções e como devemos abordar as pessoas no momento da pergunta (Excuse me, We are lost, Can you help me...) So, you should know how to ask for and understand directions and Be aware of your surroundings. Algumas preposições mostradas em um exemplo do que se tem no Rock and Roll Hall of Fame e em Severance Hall em Cleveland. Praticado Can you follow directions? Para finalizar, vimos um vídeo ensinando como e o que perguntar quando se está perdido.


segunda-feira, 21 de setembro de 2015

Educação e Inclusão Social Semana 06

21. Atendimento educacional especializado em deficiência auditiva/surdez

Nesta aula, a professora apresentou sua tese de doutoramento em que debate a prática colaborativa para alunos com surdez. A pesquisa ajudou a compreender as estratégias utilizadas, bem como o histórico das práticas inclusivas. O atendimento educacional especializado foi regulamentado na Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB) e nela está previsto o atendimento aos indivíduos com deficiência auditiva/surdez, preferencialmente em salas de aula comuns. A deficiência auditiva está relacionada à situação biológica do individuo, onde existe uma perda da capacidade de audição. A surdez, por sua vez, tem uma característica cultural, sendo a mais marcante a questão linguística, sendo detentora de uma cultura específica, pois se utiliza a LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais) em paralelo com a língua portuguesa. A perda auditiva é aferida em uma unidade de medida chamada BEL, sendo o decibel, sua subunidade mais conhecida. Esta perda pode ser classificada em faixas de acordo com a faixa de perda da audição e em consequência, da sua capacidade de escutar parte ou a totalidade dos sons. Assim como as demais deficiências protegidas pela educação especial, ao atendimento educacional especializado prevê o uso de sala de recursos, proposta de elaboração de um plano individualizado de ensino, presença de um intérprete de Libras no contexto escolar e a adaptação ou adequações curriculares, quando necessário.



 

















22. Atendimento educacional especializado em deficiência física

Nesta aula, a professora apresentou o atendimento educacional para alunos com deficiência física, e mostrou que há práticas para se atuar junto a esse público com qualidade e respeito às particularidades de cada um, uma vez que isso é uma questão prevista pela lei. A deficiência física é definida como uma alteração parcial ou completa de um ou mais segmentos do corpo humano, acarretando o comprometimento da função física. O comprometimento da função depende do tipo de lesão e o segmento corporal afetado, tendo características neurológicas, como: paralisia cerebral, poliomielite, hidrocefalia, etc., ou então, características não-neurológicas, tais como: amputação, nanismo e malformação de membros. Para atender as necessidades dos estudantes com deficiência física é importante que ocorra a promoção de ações inclusivas, que vão desde a adequação arquitetônica, o fornecimento de recursos materiais e adaptações/alterações da metodologia de ensino. O Atendimento Educacional Especializado prevê a realização de um conjunto de atividades, recursos de acessibilidade e pedagógicos para complementar ou suplementar a formação do ensino regular. Esse atendimento será feito por professor especializado e as atividades ocorrerão nas salas de recursos multifuncionais onde o estudante poderá experimentar várias opções de equipamentos até encontrar o que melhor se ajuste a sua condição e contará com o apoio do professor para aprender a utilizar este recurso e tirar o máximo proveito da tecnologia assistiva. A tecnologia assistiva é a área do conhecimento que engloba produtos, recursos e serviços que objetivam promover a funcionalidade e permitir a inclusão social das pessoas com deficiência fisica, de forma que possam ter uma vida com autonomia, independência e qualidade de vida.




























23. Professores especializados e professores de classe

Esta aula trouxe a experiência do CEFAI (Centro de Formação a Acompanhamento à Inclusão) na prefeitura de São Paulo no acompanhamento de alunos com deficiência.

24. O trabalho do CEFAI na formação de professores(as) do atendimento especializado, acompanhamento e apoio às escolas e famílias

Esta aula trouxe a experiência do CEFAI (Centro de Formação a Acompanhamento à Inclusão) na prefeitura de São Paulo no trabalho de formação e acompanhamento dos professores, bem como no processo junto à família dos alunos com deficiência.
Nas aulas 23 e 24 é exibido um vídeo realizado em uma escola da zona leste de S.Paulo que mostra como funciona, de forma prática, o atendimento educacional especializado em uma escola da rede municipal de ensino.



Neste exemplo, podem-se observar os materiais existentes nas salas de recursos e em conversas com a professora especializada. Professores de classe e gestores da escola descrevem como funciona o processo de interação entre os professores como o objetivo de adaptar o currículo e todo o ambiente escolar, de forma a atender as necessidades individuais dos alunos com algum tipo de deficiência e ao mesmo tempo promover a inclusão deste aluno nas atividades da escola. Estas duas aulas demonstram que não é um processo simples, mas que é possível e quando ocorre, apresenta bons resultados.